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Acessos desde: 08/02/2010

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sexta-feira, 6 de abril de 2012

Vírus criado especificamente para Mac


Nesta quinta-feira a indústria da segurança informática advertiu que mais de quinhentos mil computadores Macintosh foram infectados com um vírus que tem como alvo as máquinas da empresa Apple.
O trojan Flashback foi criado para quebrar as defesas do Mac, e é uma variação de um vírus normalmente dirigido para computadores pessoais, os PCs, que utilizam o sistema operacional Windows.
O ataque dos vírus, detectados pela empresa de segurança de computadores com sede na Finlândia F-Secure e pelo vendedor de programas antivírus russo Dr. Web, ocorre em um momento em que os hackers buscam atacar cada vez mais a Apple, uma companhia que sempre disse ser mais segura que outros computadores pessoais.
"Tudo o que os garotos maus aprenderam ao realizar ataques no mundo do PC está sendo levado agora para o mundo Mac", declarou à AFP Dave Marcus, diretor de inteligência de ameaças da McAfee Labs.
"O Mac sustentou durante muito tempo que não era vulnerável aos malwares para PC, o que é certo: são vulneráveis aos malwares para Mac".
A Dr. Web estimou que mais de 600.000 computadores Mac poderão ser infectados com Flashback, que é desenhado para permitir aos hackers roubar informação potencialmente valiosa, como senhas e números de contas bancárias.
Os hackers enganam os usuários do Mac ao disfarçar o vírus como uma atualização do sistema operacional Adobe Flash vídeo.
Os especialistas em questões de segurança informática alegam que os Macs não foram alvo de vírus até agora porque não tinham sido amplamente vendidos.
Mas dado o recente aumento de popularidade dos Macs, isso está mudando rapidamente.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Hacker preso por chantagear Nintendo

Um hacker que chantageou a Nintendo, ameaçando publicar uma base de dados da empresa na internet e que chegou a vazar dados pessoais de um cliente, foi detido em Málaga, na Espanha, anunciou, nesta segunda-feira, dia 14, a Polícia Nacional.


Em comunicado, a a polícia disse que "o ladrão digital se apropriou de uma base de dados com informações pessoais de cerca de 4.000 usuários (...) e também é acusado de crime por descobrir e revelar informações confidenciais".

Hábil em computação, o jovem pretendia chegar a um acordo com a Nintendo para não denunciar a empresa à Agência Espanhola de Proteção de Dados pelo que considerava uma negligência na proteção dos dados de seus clientes.

No comunicado, a polícia acrescentou que "quando não recebeu resposta por parte da companhia afetada, o hacker vazou dados pessoais de um cliente em um fórum de tecnologia e em videogames com grande quantidade de usuários em nível mundial (...); além disso, ele tinha a intenção de divulgar na internet a base de dados completa".

Segundo a polícia espanhola, o detido buscou, consultou e modificou informações de uma grande quantidade de clientes e "fez o download de 55 agendas de eventos da multinacional, que se realizariam em sete cidades diferentes, no mês de fevereiro.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Vírus mundial - Tudo sobre o Stuxnet

Resumo
O Stuxnet é um vírus de computador que se espalha por pendrives e outros dispositivos USB e infecta sistemas industriais. Até agora, segundo empresas de segurança, o software já afetou aproximadamente 100 mil computadores em todo o mundo, a maior parte no Irã (58,31%), seguido por Indonésia (17,83%) e Índia (9.96%).
Os ataques direcionados a usinas do Irã e, agora, à indústria alemã, além da complexidade de seu código, levaram muitos especialistas a dizer que algum governo pode estar ligado à criação do vírus.
Em comunicado, o Kapersky Labs (maior laboratório de pesquisa anti-vírus do mundo) disse que "o Stuxnet é um protótipo de uma arma virtual que pode levar a uma nova corrida armamentista". As principais empresas de antivírus do mundo dizem ter proteção contra o Stuxnet.
Além dos pendrives, o Stuxnet pode se espalhar por meio de outros dispositivos de USB, como discos rígidos removíveis, celulares e até fotos. O vírus, que tem mais de 1,5 megabyte (um tamanho gigantesco para esse tipo de praga), começou a se espalhar em junho de 2009, mas só foi descoberto em junho de 2010.

O que ele procura?
O Stuxnet busca nos computadores um programa da empresa alemã Siemens usado para controlar oleodutos, plataformas de petróleo, centrais elétricas e outras instalações industriais. O vírus infecta o sistema, esconde-se em um rootkit (software criado para fingir que o sistema não foi invadido) e checa se o computador infectado está conectado a um sistema de fábrica chamado Siemens Simatic (Step 7). Se estiver, o vírus muda os comandos enviados do Windows, roda um programa chamado PLC e procura uma rede da fábrica. Se não achar, não faz nada.

Quem foi atacado?
Em comunicado, a Siemens anunciou que 15 de suas fábricas já foram infectadas. No ano passado, a empresa disse que o Simatic é capaz de controlar sistemas de alarmes, controles de acesso e até portas - o que, em teoria, pode facilitar o acesso da praga a lugares secretos.
Segundo empresas de segurança, o software também já afetou computadores domésticos e de empresas.

Como ele ataca?
Analistas da área dizem que uma das formas de fazer com que o malware consiga entrar na rede de uma empresa é invadir "fisicamente" a casa de um funcionário, encontrar seu USB e infectá-lo. Depois, é só esperar até que ele leve o pendrive para o trabalho e infecte seu computador.
Se o programa malicioso encontra o que procura, ele faz mudanças complicadas no sistema, que não podem ser detectadas sem a checagem do ambiente. Segundo especialistas em segurança da F-Secure e da Symantec, teoricamente, o programa mexe em motores, correias de transporte e bombas - não só é capaz de parar uma fábrica como até de fazer máquinas explodirem.

Quem o criou?
O mistério em torno da origem de um dos vírus de computador mais perigosos do mundo fica cada vez mais complicado - tanto quanto o vírus em si. Alguns especialistas em segurança dizem que o alvo do Stuxnet eram as fábricas nucleares iranianas, para dificultar os planos do país de ter uma arma nuclear.
Na terça-feira, 28, um especialista em computação alemão disse que Israel pode estar por trás dessa praga, ao mostrar que um arquivo dentro do código usa a murta (Myrtus em inglês), uma planta que pode ser uma referência ao Livro de Ester, uma história do Velho Testamento que conta como Jesus impediu uma trama nefasta por parte dos Persas, revelou o jornal americano The New York Times.
Na quarta-feira, 29, três pesquisadores de segurança ofereceram outra pista em uma conferência em Vancouver, no Canadá. Eles disseram que o Stuxnet também traz referências à execução, em 1979, de Hagbib Elghanian, líder da comunidade judaica no Irã. Os pesquisadores da Symantec: Nicolas Falliere, Liam Murchu e Eric Cohen mostraram que o código inclui um marcador com os números 19790509, que, ao ser executado, para de infectar o computador.

Fim previsto:
Especialistas em segurança dizem que desabilitar o AutoRun (acionamento automático) do Windows não impede que o Stuxnet atue, porque ele consegue infectar o computador mesmo assim. Segundo eles, as versões atuais do software malicioso têm data de expiração para o dia 24 de junho de 2012, quando o Stuxnet deixará de se espalhar.

sábado, 14 de agosto de 2010

Facebook exibe dados de usuários

Uma função criada para tornar o Facebook mais amigável está sendo questionada por pesquisadores de segurança. O recurso faz com que a tela de “senha incorreta” da rede social mostre o nome completo do usuário e também uma imagem. Um hacker pode tentar centenas de e-mails na página, obtendo a confirmação de que o e-mail é válido e, ainda, uma foto e o nome do dono da conta.
“É um erro básico, bem básico”, afirmou o especialista em segurança e diretor de tecnologia da Flipside, Anderson Ramos. Segundo o especialista, o problema não é grave, mas o problema está na quantidade de informações que a rede social armazena. “Por mais básicos que sejam os erros de segurança em aplicações web que armazenam um volume gigantesco de informações, o impacto vai ser sempre imenso”, explica.
O problema, revelado inicialmente na quarta-feira (11), ainda não foi totalmente corrigido pelo Facebook. Embora em alguns casos a foto e o nome não sejam mais exibidos, o site ainda informa que apenas a senha ou o e-mail está incorreto.
Além de informar quando o e-mail está certo, o Facebook ainda corrige o endereço de e-mail caso ele tenha sido digitado incorretamente, auxiliando criminosos a encontrarem endereços válidos.

É considerada boa prática, em programação de sistemas autenticação e login, nunca informar se o erro está na senha ou no usuário. Com isso, o atacante não consegue saber qual credencial de acesso está incorreta.

sábado, 31 de julho de 2010

Software que ataca SmartPhones

Dois especialistas em segurança disseram nesta sexta-feira (30) ter lançado uma ferramenta que ataca smartphones com Android, o sistema operacional do Google, para pressionar fabricantes a consertar a falha que permite que hackers leiam e-mails e mensagens de texto.
O chefe da Spider Labs, Nicholas Percoco, que lançou o programa junto com um colega na conferência de hackers de Defcon, em Las Vegas, afirmou que "Não foi difícil criar".
Segundo o mesmo, o software foi criado em apenas duas semanas. Com o programa, criminosos podem roubar informações importantes de smartphones Android.
“Tem gente que tem muito mais motivação para fazer isso que nós”, acrescentou, quem sabe se justificando.
A ferramenta é chamada de “root kit” que, quando instalado, cede o controle do aparelho ao hacker. Cerca de 160 mil unidades de smartphones Android são ativadas por dia, de acordo com o Google.
“Poderíamos fazer o que quiséssemos, e ninguém ficaria sabendo”, disse Percoco.
Os testes foram conduzidos em aparelhos das marcas Legend e Desire, da HTC, mas Nicholas reforça que os ataques funcionam em outros smartphones Android.

sábado, 24 de julho de 2010

Vírus em placas-mãe da Dell

A Dell, uma das maiores fabricantes de computadores do mundo, confirmou que algumas placas-mãe usadas para substituir peças defeituosas em servidores rack PowerEdge vinham contaminadas com vírus em seu firmware, o software que controla a operação da placa. Especialistas já tinham criado hipóteses e alertado sobre vírus desse tipo; argentinos chegaram a criar um vírus-conceito, mas essa é a primeira notícia pública de um ataque dessa natureza e que muda a ideia da inexistência de vírus em hardware.
A Dell confirmou que algumas placas-mãe usadas para substituir peças defeituosas em alguns modelos de servidores do contém um código malicioso no firmware – o software semipersistente que gerencia a lógica da placa. O firmware em questão também é usado para a administração do servidor: em muitos casos, milhares de servidores precisam ser administrados ao mesmo tempo, e o software na placa-mãe facilita isso. Era nesse espaço que o vírus estava alojado. A ação do vírus em si é desconhecida, mas apenas servidores com Windows foram afetados.

A empresa confirmou a existência do problema no fórum público de suporte técnico. Os modelos afetados são PowerEdge R310, PowerEdge R410, PowerEdge R510 (foto) e PowerEdge T410. Apenas placas-mãe usadas para substituir computadores que tiveram defeito contém o vírus, segundo a Dell. Nenhum servidor teria sido vendido infectado. O problema apenas se manifesta em algumas configurações específicas.
A empresa não forneceu informações a respeito do comportamento da praga, mas afirmou que está entrando em contato com todos os clientes que receberam placas defeituosas.
Embora a distribuição de vírus junto com pen drives e MP3 players já tenham sido registradas algumas vezes, não há nenhum vírus sequer conhecido que atue ou infecte firmwares de placas-mãe, exceto algumas pragas feitas em laboratório para provar que isso é possível. É a primeira notícia pública de um ataque desse tipo em uma escala considerável.
Um vírus desse tipo não poderia ser removido com a formatação do disco rígido. Apenas a reprogramação do firmware seria capaz de eliminar a praga definitivamente. Felizmente, ainda trata-se de um caso isolado.

domingo, 6 de junho de 2010

O que são "Links Universais"

Provavelmente você nunca soube nada sobre os links universais, mas é certo que você já clicou em algum se você utiliza redes socias. Agora você entenderá o que significa isso:
  1. Para que serve? O link universal te guia para uma página única, que não pode ser exibida por nenhum outro PC, a menos que você tenha logado do mesmo.
  2. Posso criar um link universal? Não, esses links não são criados, são gerados por uma máquina e devem ser protegidos, por isso não é possível criar um, além de que devem ser únicos e logo excluídos da Web.
  3. Excluídos, como assim? Se esse link não fosse excluído automaticamente após feito o processo de uso você poderia ser hackeado por acidente ou propositalmente.
  4. Hackeado, por quem? Como você vai entender, esses link são aqueles que aparecem na URL enquanto você loga em um site, se eles permanecessem na Web poderiam ser acessados por seu computador e outros sem sua senha.
  5. Quando eu acesso esses links? Costumamos dizer que esses link são a metade do login você os acessa entre a página que pede seu usuário e senha e a página de home/sua conta.
  6. É seguro usar esse link? Sim, completamente seguro, você não tem opção em usar e não usar mas não precisa se preocupar por que esse link é banido de seu PC automaticamente e da Web, é impossível acessarem sua conta sem você permitir por um link desses mesmo de seu PC.
  7. Que sites usam esse tipo de link? Todas as redes sociais! Você entenderá por que.
  8. Cite exemplos: Não é possível mandar exemplos de links universais, pois eles devem ser únicos e invioláveis. Esses link são, por exemplo, o link de 'login', quando se clica no botão de logar em qualquer site/rede social não é possível copiar o link por ele ser único de cada entrada.
  9. Por que todas redes sociais usam esse link? Todas as redes sociais usam esse link por uma razão muito simple e óbvia: Se usassem link normais seria possívl copiar e colar o link de login, se uma pessoa mal intencionada invadisse eu PC seria bilhões de vezes mais fácil hackear seus perfis e contas.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Diferenças de Hardware, Software e Malware

Muita gente, e talvez você, já ouviu falar sobre essas palavras não tão populares em um dialeto cotidiano, MAAISS, nada temão meus queridos NanTecner's (ou NanTecneiros) que o Naan! te explica, basicamente a palavra "ware" que vem depois das palavrinhas associa-se com PC, essas palavras sem tradução para o português indicam:
  • Hardware: partes cujas você consegue tocar do computador, como Mouse, Teclado, Etc.
  • Software: ao contrário do anterior, o software são as partes que não se consegue tocar como as janelas, a seta do Mouse e  Etc.
  • Malware: é o "vírus" ou "Cavalo de Tróia" que, vale lembrar, serve para crackear!

sábado, 17 de abril de 2010

A diferença entre um "Cracker" e um "Hacker"

Você já deve ter se perguntado isso, ou já tá pensando "que nada, eu sei o que ele vai falar" e talvez você não sabe nada sobre o assunto e o único cracker que você conhece é a bolacha cream cracker, então aqui vai um detalhada especicação entre o "Hacker" e o "Cracker" Se alguma vez seu computador foi tomado por vírus provavelmente ficou todo mundo falando, hackearam ele, mas na verdade amiguenho, te crackearam, sim caro #NanTecneer (leitores do #NanTecnPontoCom) o hacker na verdade é a pessoa que se contrata pra limpar o computador de toda a sacanagem técnológica que o crcker fez com seu PC, aprendeu agora né?
Kevin Mitnick é o maior cracker do mundo, clique e leia mais sobre ele!

domingo, 11 de abril de 2010

Kevin David Mitnick, O Cracker, A lenda!


Kevin David Mitnick
(Van Nuys, Califórnia, 6 de agosto de 1963) foi um cracker estado-unidense, conhecido mundialmente a partir dos anos 90. Atualmente trabalha como gerente de uma empresa de segurança.
Biografia
Mitnick cometeu os primeiros delitos em 1970. Invadiu vários computadores, como de operadora de celulares, de empresas de tecnologia e provedores de internet. Foi preso em 1995 e libertado em 2000 após pagar uma fiança de U$64000000. Ficou três anos em liberdade condicional, sem poder conectar-se à internet. Hoje trabalha como consultor de segurança na Web.
Sua história começa na adolescência em Los Angeles, durante os anos 70, quando invadiu o computador da sua escola e alterou algumas notas. Pouco tempo depois, passou a interessar-se pela pirataria de sistemas telefônicos. Para isso, chegou a invadir as instalações da Pacific Bell para furtar manuais técnicos. Entretanto, como ele tinha apenas 17 anos, acabou não sendo condenado.
Prisão
A persistência em invadir sistemas o levou à prisão pela primeira vez aos 32 anos de idade, quando ele foi condenado a um ano de prisão por invasão de sistema e furto de software da DEC. Quando ele saiu da prisão, seu telefone passou a ser monitorado, assim como suas atividades. Haydan S.A foi o hacker que ajudou Kevin a atualizar-se sobre os conceitos de informatica atuais.
Fuga para fora do país
Sem autorização, Kevin viajou a Israel para encontrar amigos crackers, violando sua condicional. Como a polícia suspeitava que ele continuava invadindo sistemas, Mitnick resolveu desaparecer. Para isso, utilizou uma identidade falsa, passando-se por outra pessoa.

Então, como fugitivo da polícia sua atividade cracker continuou cada vez mais intensa. Invasões em sistemas de telefonia celular e furto on-line de softwares foram atribuídos a Mitnick, aumentando o interesse pela sua captura.
Armadilha
Em 1994, Tsutomu Shimomura era um grande especialista em segurança do Centro Nacional de Supercomputacão em San Diego, Califórnia. Durante suas férias, seu computador pessoal - que estava conectado via Internet com aquele centro - fora invadido. Além disso, em 27 de dezembro daquele ano, uma pessoa deixou uma mensagem na caixa postal do telefone de Shimomura.

Tsutomu Shimomura, com sua reputação técnica abalada, preparou uma armadilha para Mitnick. Em primeiro lugar, colocou a mensagem da secretária eletrônica na Internet, tornado-a pública. Ele imaginou que, dessa forma, Kevin entraria novamente em contatoAlgum tempo depois, uma outra mensagem atribuída a Mitnick foi deixada na caixa postal de Tsutomu Shimomura. Ela dizia mais ou menos o seguinte: " Ah Tsutomu, meu discípulo aprendiz. Você pôs minha voz na Internet. Estou muito desgostoso com isso ".
Com o FBI acionado e com a colaboração da National Security Agency (Agenci Nacional de Segurança), o computador de Shimomura passou a ser monitorado 24 horas por dia em busca de qualquer indício de invasão. Da mesma forma, o seu telefone passou a ser rastreado.
Algum tempo depois, uma outra mensagem atribuída a Mitnick foi deixada na caixa postal de Shimomura.
Essa ligação foi rastreada e em 15 de fevereiro de 1995, as autoridades com a colaboração de técnicos da Sprint Cellular concluíram que o suspeito estava operando na Carolina do Norte. Com scanners de freqüência, eles verificaram um sinal suspeito vindo de um edifício de apartamentos em Players Court. Com uma ordem judicial, Kevin foi finalmente preso.
Liberdade longe dos computadores - após cinco anos preso, Kevin Mitnick foi libertado em 2000 com a condição de manter-se longe de computadores, celulares e telefones portáteis pelo período de três anos.
Atualmente, passado o período em que deveria manter-se longe dos computadores, Kevin Mitnick escreve livros e artigos sobre segurança de informações, profere palestras em diversos países e trabalha como consultor em segurança de sistemas.
Informações numa visão do Cinema: Para saber um pouco mais sobre a história de Kevin Mitnick e Tsutomu Shimomura assistam o filme Takedown. Com cenas de arrepiar e ação até o último momento a produção cinematográfica conta a história com um ponto de vista "Keviniano".