A comunidade científica chinesa se mostrou disposta a estudar Marte de maneira independente após a decepção causada pelo fracasso do lançamento da sonda interplanetária russa Phobos-Grunt, na qual a China colaborava com o minisatélite Yinghuo-1.
Esta ideia, segundo informou neste sábado (12) o jornal oficial "China Daily", retoma o projeto criado pelo Ministério de Ciência e Tecnologia chinês em 2007 para conseguir a tecnologia necessária para uma missão no Planeta Vermelho.
De acordo com Jiao Weixin, cientista da Universidade de Pequim, o fracasso da missão russa "foi uma autêntica decepção", mas este fato "pode acelerar os esforços do país para desenvolver sua capacidade de pesquisa independente".
Para conseguir seu objetivo, a China deverá desenvolver um sistema efetivo de controle remoto assim como fabricar foguetes mais potentes que possam cobrir a distância entre a Terra e Marte, entre 55 milhões e 350 milhões de quilômetros, de acordo com suas órbitas.
O fracasso da sonda russa levou a comunidade científica chinesa a pedir ao Executivo que agilize os processos de aceitação dos projetos apresentados já que, segundo o plano atual, a tecnologia necessária demorará ainda cinco anos para ser desenvolvida.
O interesse dos cientistas de todo o mundo por Marte não é novo e já em 1971 a União Soviética posou um aparelho, o Mars-3, no solo deste planeta. Na atual corrida pela "conquista" de Marte, além de Rússia e Estados Unidos, a China aparece com força após desenvolver sua indústria e tecnologia espacial de maneira notável nos últimos anos.
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domingo, 13 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de março de 2011
Nasa adia volta de Discovery
A Nasa, agência espacial americana, decidiu, nesta quinta-feira, dia 3, prolongar a última missão do ônibus espacial Discovery, para dar mais tempo aos astronautas de colocar a carga da nave na ISS (Estação Espacial Internacional).
A agência espacial tinha previsto que o Discovery voltaria à Terra na próxima segunda-feira, dia 7. No entanto, com o novo programa, a nave retornará dois dias depois, na quarta-feira, dia 9.
A Nasa informou que o período extra da missão STS-133 será essencial para terminar de organizar as mais de 5 toneladas de material que o Discovery transportou por meio do Módulo Permanente Multiuso, batizado de Leonardo.
Megan McArthur, responsável pelas comunicações da nave, informou aos comandantes Steve Lindsey e Scott Kelly sobre o prolongamento da missão. Os astronautas estão enviando a carga ao veículo de transferência H-II com os braços robóticos que a ISS utiliza.
A Nasa quer deixar a estação bem abastecida antes de retirar o ônibus espacial de funcionamento, após três décadas de missões tripuladas. A aterrissagem está prevista agora para as 13h58 (horário de Brasília) da quarta-feira, no Centro Espacial Kennedy, no Cabo Canaveral, nos Estados Unidos.
Essa é a 39ª e última viagem do Discovery, que, ao longo de sua história, percorreu mais de 230 milhões de quilômetros, passou 352 dias em órbita e rodeou a Terra 5.628 vezes a uma velocidade de 28 mil km/h.
A agência espacial tinha previsto que o Discovery voltaria à Terra na próxima segunda-feira, dia 7. No entanto, com o novo programa, a nave retornará dois dias depois, na quarta-feira, dia 9.
A Nasa informou que o período extra da missão STS-133 será essencial para terminar de organizar as mais de 5 toneladas de material que o Discovery transportou por meio do Módulo Permanente Multiuso, batizado de Leonardo.
Megan McArthur, responsável pelas comunicações da nave, informou aos comandantes Steve Lindsey e Scott Kelly sobre o prolongamento da missão. Os astronautas estão enviando a carga ao veículo de transferência H-II com os braços robóticos que a ISS utiliza.
A Nasa quer deixar a estação bem abastecida antes de retirar o ônibus espacial de funcionamento, após três décadas de missões tripuladas. A aterrissagem está prevista agora para as 13h58 (horário de Brasília) da quarta-feira, no Centro Espacial Kennedy, no Cabo Canaveral, nos Estados Unidos.
Essa é a 39ª e última viagem do Discovery, que, ao longo de sua história, percorreu mais de 230 milhões de quilômetros, passou 352 dias em órbita e rodeou a Terra 5.628 vezes a uma velocidade de 28 mil km/h.
quarta-feira, 2 de março de 2011
Astronauta americano é o 200º a "caminhar no espaço"
O astronauta americano Alvin Drew se tornou a 200ª pessoa a caminhar no espaço nesta segunda-feira, dia 28. Drew é um dos tripulantes da última missão do ônibus espacial Discovery.
Ao lado do veterano astronauta Stephen Bowen, Drew passou seis horas e 34 minutos do lado de fora da ISS (Estação Espacial Internacional).
Os homens realizaram operações de manutenção e mudaram alguns cabos de lugar para permitir a instalação definitiva de um módulo de logística italiano, o Leonardo.
A histórica caminhada espacial durou 6 horas e meia. Eles também mudaram de lugar uma bomba de amônia quebrada, levando-a para outra área de armazenamento.
Os astronautas concluíram os trabalhos na caminhada espacial ao engarrafar uma amostra de vácuo em um recipiente de metal. O gesto faz parte de um projeto bem-humorado que deve levar a garrafa, autografada por diversos astronautas, de volta à Terra para uma exposição no Japão.
O Discovery deve voltar ao planeta no dia 7 de março.
Ao lado do veterano astronauta Stephen Bowen, Drew passou seis horas e 34 minutos do lado de fora da ISS (Estação Espacial Internacional).
Os homens realizaram operações de manutenção e mudaram alguns cabos de lugar para permitir a instalação definitiva de um módulo de logística italiano, o Leonardo.
A histórica caminhada espacial durou 6 horas e meia. Eles também mudaram de lugar uma bomba de amônia quebrada, levando-a para outra área de armazenamento.
Os astronautas concluíram os trabalhos na caminhada espacial ao engarrafar uma amostra de vácuo em um recipiente de metal. O gesto faz parte de um projeto bem-humorado que deve levar a garrafa, autografada por diversos astronautas, de volta à Terra para uma exposição no Japão.
O Discovery deve voltar ao planeta no dia 7 de março.
domingo, 23 de janeiro de 2011
Japão envia foguete com suprimentos para ISS
Um foguete com suprimentos para a ISS (Estação Espacial Internacional, em tradução do inglês) foi lançado com sucesso do centro espacial de Tanegashima, no sudoeste do Japão.
Após dois dias de atraso por causa do mau tempo na região, o foguete H-2B, que carrega o transportador de carga HTV2, também chamado de Konotori 2, deixou o solo às 2h37 de domingo, em horário local (3h37 de sábado, em Brasília). As informações são da Agência Aeroespacial japonesa.
O transportador se separou do foguete alguns minutos depois do lançamento. Até a próxima sexta-feira, dia 28, ele deve chegar à estação espacial. O HTV2 transporta 5,3 toneladas de alimentos para os astronautas e outros materiais, além de 80 quilos de água potável e instrumentos para o centro científico que o Japão mantém na estação espacial.
O transportador de carga também leva sementes de tomate e pimentas para um experimento que o Japão realiza em conjunto com a Malásia, Indonésia, Tailândia e Vietnã.
Após permanecer na estação espacial, o HTV2 será carregado com resíduos da ISS e retornará à Terra, para posteriormente se desintegrar na atmosfera terrestre.
O Japão desenvolve desde 2003 um intenso programa espacial. Baseado na tecnologia de ponta do país, o programa se concentra no estudo de planetas e asteroides.
Após dois dias de atraso por causa do mau tempo na região, o foguete H-2B, que carrega o transportador de carga HTV2, também chamado de Konotori 2, deixou o solo às 2h37 de domingo, em horário local (3h37 de sábado, em Brasília). As informações são da Agência Aeroespacial japonesa.
O transportador se separou do foguete alguns minutos depois do lançamento. Até a próxima sexta-feira, dia 28, ele deve chegar à estação espacial. O HTV2 transporta 5,3 toneladas de alimentos para os astronautas e outros materiais, além de 80 quilos de água potável e instrumentos para o centro científico que o Japão mantém na estação espacial.
O transportador de carga também leva sementes de tomate e pimentas para um experimento que o Japão realiza em conjunto com a Malásia, Indonésia, Tailândia e Vietnã.
Após permanecer na estação espacial, o HTV2 será carregado com resíduos da ISS e retornará à Terra, para posteriormente se desintegrar na atmosfera terrestre.
O Japão desenvolve desde 2003 um intenso programa espacial. Baseado na tecnologia de ponta do país, o programa se concentra no estudo de planetas e asteroides.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Nasa - Menor planeta fora do Sistema Solar
Técnicos da Nasa (agência espacial dos EUA) descobriram o menor planeta já visto fora do Sistema Solar. Chamado Kepler-10b, o planeta tem 1,4 vez o tamanho da Terra e foi achado graças às informações fornecidas pelo telescópio espacial Kepler, lançado em 2009.
O Kepler-10b está bem próximo de sua estrela, a uma distância 20 vezes menor do que Mercúrio, o “primeiro” planeta do Sistema Solar, está do Sol. Tanto que ele demora apenas 0,84 dia para dar uma volta completa em torno do astro.
A missão do telescópio Kepler é a primeira da Nasa capaz de detectar planetas do tamanho da Terra na chamada “zona habitável”, a região de um sistema planetário em que pode existir água líquida. Não é o caso do Kepler-10b.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
4ª rachadura em ônibus espacial Discovery
A possibilidade de um novo adiamento fica cada vez maior!
Uma quarta rachadura foi descoberta na cobertura metálica do tanque externo de combustível do ônibus espacial Discovery, depois que um vazamento de hidrogênio obrigou a Nasa (agência espacial dos EUA) a adiar para o fim de novembro o lançamento da nave, que deve partir para sua última missão na ISS (Estação Espacial Internacional) e vai ser aposentada após a volta à Terra.
A nova rachadura, de 7,5 cm, foi encontrada três dias depois da terceira, que tem um tamanho parecido. Os técnicos já haviam descoberto outras duas brechas de 23 cm cada uma nessa região da nave.
O lançamento do Discovery já foi adiado uma série de vezes. Nas três primeiras ocasiões, por problemas técnicos. Na quarta vez a justificativa foram questões meteorológicas. E a quinta vez foi o vazamento de hidrogênio.
Se os reparos não forem concluídos até 6 de dezembro, a Nasa deverá esperar até fevereiro para realizar a missão.
Buraco negro mais jovem já visto
Pesquisadores descobriram o buraco negro mais jovem já registrado, que tem apenas 30 anos, após observações com o telescópio espacial Chandra. Buracos negros são regiões do espaço em que a gravidade é tão grande que nem a luz consegue escapar de sua ação, por isso o nome. Eles são resultado da "morte" de uma estrela gigante após sua explosão.
Esse buraco negro representa uma oportunidade única para observar o desenvolvimento desse tipo de fenômeno, segundo os responsáveis pela descoberta, que será publicada na próxima edição da revista New Astronomy.
O achado pode ajudar os cientistas a entender melhor como as estrelas gigantes explodem para dar lugar a um buraco negro e com que frequência isso ocorre na Via Láctea e em outras galáxias. O principal autor do trabalho, Daniel Patnaude, do Centro de Astrofísica de Harvard-Smithsonian, diz que "esse é o exemplo mais próximo do que pode ser a observação do nascimento de um buraco negro".
Os cientistas dizem que esse buraco negro é o que resta da explosão de uma estrela quase 20 vezes maior que o Sol, batizada de SN 1979C, inicialmente descoberta por um astrônomo amador em 1979. O buraco está na galáxia M100, a 50 milhões de anos-luz da Terra (um ano-luz equivale a uma distância de 9,46 trilhões de km).
sábado, 6 de novembro de 2010
Lançamento Discovery adiado para fim de 11/2010
A Nasa (agência espacial dos EUA) não tentará lançar o ônibus espacial americano Discovery rumo à ISS (Estação Espacial Internacional) antes do fim de novembro, depois de um vazamento de hidrogênio detectado na última sexta-feira, 5, no tanque externo de combustível da nave. A nave que já teve seu lançamento adiado 5 vezes será aposentada após o retorno à Terra.
O porta-voz da Nasa, Allard Beutel, diz que "o lançamento será adiado até 30 de novembro, para dar mais tempo para que o reparo seja feito". O início da missão do Discovery já tinha sido adiado cinco vezes por causa de condições meteorológicas e de problemas elétricos.
O Discovery é a nave mais antiga das três que fazem parte da frota espacial americana, junto das naves Atlantis e Endeavour. O ônibus espacial fez seu primeiro voo em 30 de agosto de 1984. A missão da tripulação de seis astronautas americanos, entre eles uma mulher, é levar o módulo de carga multifuncional Leonardo, projetado para ser anexado de forma permanente à ISS, facilitando a realização de experimentos científicos.
O Discovery também levará em seu compartimento de carga o Robonaut 2, o primeiro robô humanoide enviado ao espaço, que se converterá em hóspede permanente do complexo e ajudará os astronautas em suas tarefas. Esse será o quarto e último voo de um ônibus espacial este ano e o último do Discovery.
sábado, 14 de agosto de 2010
Astronautas saem outra vez
Os astronautas da ISS (Estação Espacial Internacional) conseguiram nesta quarta-feira, 11 de agosto, em sua segunda saída ao espaço, retirar uma peça defeituosa do sistema de refrigeração do complexo, que apresentava problemas há duas semanas. A caminhada espacial, feita pelos astronautas Doug Wheelock e Tracy Caldwell, durou depois de 7 horas e 26 minutos fora da cápsula.
Os dois astronautas já tinham tentado, no sábado 7 de agosto, sem sucesso, retirar a bomba defeituosa em uma saída ao espaço que durou oito horas, a mais longa na história da ISS. Agora, eles devem substituir a bomba em uma terceira caminhada espacial prevista para acontecer até domingo, 15 de agosto.
Sem sistemas de refrigeração e calefação, a temperatura na ISS subiria a 120ºC, quando exposta ao sol, e baixaria a -150ºC quando ficasse na sombra sideral, segundo a Nasa (agência espacial dos Estados Unidos).
Se uma segunda unidade de climatização do complexo fosse danificada, coisa que a agência espacial europeia considera improvável, os três astronautas americanos não estariam em perigo imediato: eles poderiam se refugiar junto a seus três colegas russos, que vivem em uma área da ISS que dispõe de sua própria refrigeração.
domingo, 8 de agosto de 2010
Conserto em estação espacial
No último sábado, 7 de agosto, dois astronautas americanos fizeram uma caminhada no espaço para consertar um sistema de refrigeração da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês).
O problema não colocou os tripulantes da estação em risco, mas o reparo foi considerado um desafio. Na próxima semana, uma segunda caminhada deve ocorrer para que o conserto seja terminado.
Ao contrário do que muitos jornais e tablóides especularam o acontecido não foi planejado propositalmente pelos tripulantes da estação.
Óbviamente, ao final do segundo conserto é esperado que novas eventualidades não venham acontecer novamente e que os astronautas não se mantenham "entretidos" com nenhum outro susto no espaço!
sábado, 24 de abril de 2010
Nova Logo "Google Hubble Telescope" Homenagem ao Telescópio Espacial Hubble
Baseado no Telescópio Espacial Hubble

Entenda mais dessa história:
O Telescópio Espacial Hubble (HST) é um telescópio espacial que foi realizado em órbita pelo ônibus espacial, em abril de 1990. É nomeado após o astrônomo americano Edwin Hubble. Apesar de não ser o primeiro telescópio espacial, o Hubble é um dos maiores e mais versáteis, e é conhecido tanto como uma ferramenta de pesquisa fundamental e uma benção de relações públicas para a astronomia. O TGV é uma colaboração entre a NASA ea Agência Espacial Europeia, e é um dos grandes observatórios da NASA, juntamente com o Compton Gamma Ray Observatory, o Chandra X-ray Observatory, e Spitzer Space Telescope.
Telescópios espaciais foram propostos tão cedo quanto 1923. Hubble foi financiado em 1970, com um lançamento de propostas em 1983, mas o projeto foi marcada por atrasos técnicos, problemas de orçamento, bem como o desastre do Challenger. Quando finalmente lançado em 1990, os cientistas descobriram que o espelho principal tinha sido terra de forma incorrecta, comprometendo seriamente as capacidades do telescópio. No entanto, após uma missão de serviço em 1993, o telescópio foi restaurado à sua qualidade pretendida. fora da órbita do Hubble da distorção da atmosfera terrestre permite-lhe captar imagens extremamente nítidas, quase sem luz de fundo. Hubble Ultra Deep imagem do campo, por exemplo, é a imagem mais detalhada de luz visível de todos os tempos de objetos mais distantes do universo. Muitas observações do Hubble levaram às descobertas em astrofísica, como determinar com precisão a taxa de expansão do universo.
Hubble é o único telescópio jamais concebido para ser atendido no espaço por astronautas. Quatro missões de manutenção foram realizadas a partir de 1993-2002, mas a quinta foi cancelada por motivos de segurança após o desastre do ônibus espacial Columbia. No entanto, após discussão pública espirituoso, administrador da Nasa, Mike Griffin aprovou uma missão de conservação final, concluído em 2009. O telescópio está previsto para funcionar pelo menos até 2014, quando o seu 'sucessor', o infravermelho James Webb Space Telescope (JWST), está previsto para ser lançado.
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